27/10/2015

Na inquietude de um poema

Fotografia: photodom.com

Sinto em mim uma certa nostalgia,
a minha alma está inquieta.
Sinto falta do perfume das flores,
ou será dos pequenos nadas
que me ofereces sem pudores…

Tuas mãos na minha pele
desenham voos de pássaros à solta,
rotas de pura inquietude, 
rumo ao destino das almas serenas
nas entranhas do anoitecer.

Porque a noite será toda nossa,
sem a veleidade das mentes vãs.
Seremos luz, estrelas e luar
na plenitude de cada amanhecer
onde conjugaremos o amar.  




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